Como combater o abandono animal?

Sensibilização da população para os direitos dos animais: a população deverá ser intruída sobre os animais de forma a tratá-los como seres vivos e não como objectos, tal como é previsto na lei.
Desmistificação da castração dos animais: para os animais o acto sexual é apenas reprodutivo e a frustração de não poderem cumprir essa função na época do cio é mais lesiva do que a castração em si.
Castração de animais: implementação de incentivos e campanhas de castração de animais de companhia com o objectivo de reduzir o número de ninhadas por ano.
Identificação electrónica: o chip é obrigatório em animais nascidos desde 2008 mas é apenas colocado em 30% dos animais. O chip é colocado no momento da primeira vacina contra a raiva e o seu uso deverá ser incentivado. O chip permite a identificação dos donos de animais perdidos ou abandonados.
Aumento da fiscalização: fiscalização incidindo sobre a identificação electrónica estimula a colocação do chip.
Criminalização: com uma média de mais de 10 mil abandonados por ano, em 2015 apenas foram registados 13 crimes por abandono. Portanto, existe falta de punição e do seu carácter dissuasor. Por outro lado, as autoridades muitas vezes pouco fazem relativamente a crimes contra animais. A lei de protecção dos animais deveria ser aplicada com mais afinco.
Estimular a adopção: campanhas de adopção para que os animais nas instituições encontrem um novo lar.
Adopções conscientes: quando adopta um animal deve estar consciente do tempo e dinheiro que precisará de investir no animal. A decisão deverá passar pela família e deverá certificar-se que ninguém é alérgico.

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